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17 de julho de 2015

♠ Priscila: Ponte aérea do prazer


Priscila: Viagem do prazer
E fiquei nervosa ao desembarcar no aeroporto, parecia que todos estavam olhando para mim, mas senti algo diferente, quando aproximando do balcão de atendimento do aeroporto, aquele jovem sorrindo indagou:
- Em que posso ajudar?
- Bem, é que.
Não foi preciso concluir minha frase, quando senti uma mão firme em meus quadris, e aquele sussurro fazer minha pele eriçar completamente diante da situação, dizendo:
- Estava esperando por mim?
Ao virar diante do olhar dele, foi como agora pudesse ver cada sensação que provocara em meu corpo ao longo dos dias, e sorrindo indaguei:
- Claro, imagine andar sozinha por ai, não é?
- Poderia ficar perdida.
Sorriu e segurou minha mão com força, e caminhamos pelo saguão durante alguns minutos antes de embarcar no ônibus executivo, escolhemos os últimos assentos e retomamos nossa conversa, mas pude perceber o interesse dele, quando olhou para o decote da blusa, e indaguei:
- Está gostando da visão?
- Muito.
Aproximou os lábios de minha boca, e senti o beijo acompanhado dos dedos roçando minha nuca, a outra mão percorreu minha perna e sob a blusa, desfazendo o fecho da peça intima, senti meus seios livres, para em seguida a blusa ser aberta lentamente, e a boca deslizar pelo pescoço e busto, alcançando os seios alternadamente lambidos e mordidos, mordiscados e sugados, pelo horário, havia apenas alguns poucos passageiros, e ficamos divertindo, por vezes acariciava aquele volume sob a calça, sentindo a tenacidade do músculo, ansiando por poder tocar e sentir todo aquele calor que imaginava estar emanando, do cheiro daquele falo enebriando meu olfato e do gosto que queria provar antes de sentir todo vigor dele em um movimento incessante e indecente. 
Ao desembarcar, foi impossível disfarçar minha ansiedade, mas principalmente todo tesão que sentia percorrer meu corpo, aquela vontade de ficar completamente nua diante dele, e ter o corpo dele completamente nu diante de mim. Caminhamos pela calçada, sentindo meu coração descompassado a cada passo, e ao parar em frente ao hotel, sorrindo disse:
- Agora não tem volta.
- Não mesmo.
Respondi, olhando para o sorriso formado nos lábios dele, aquele sorriso malicioso, que lembrei deslizar entre meus seios alternadamente, com volúpia, que fazia minha pele eriçar, passamos pela recepção do hotel, e fomos direto ao quarto, e ao fechar a porta, aproximou de mim, e abraçando por trás, beijou minha nuca, e sussurrou:
- Não tem volta mais.
- Quer mesmo isso, Priscila?
- Quero, quero tudo.
Começou a despir meu corpo lentamente, em cada peça uma sessão de caricias e beijos prolongados, foi arrastando para cama, mordiscando minha nuca, e fazendo sentir aquele volume sob a calça, e parando diante de mim, junto da cama, sorriu e disse:
- Quer tudo?
- Tudo, quero tudo mesmo.
Abri o zíper da calça e sob a sunga saltou diante de meus olhos um membro latejante, que empunhando, aproximou de meus lábios e murmurou:
- Chupa bem gostoso.
Atendi ao pedido dele, primeiramente colocando aquela glande robusta entre os lábios e sugando, para em seguida apreciar toda envergadura, sugava e lambia, massageava com a língua, sentindo aquele latejar febril, e ouvindo os gemidos dele, pude ver a expressão de prazer que sentia, e desfazendo de mim, deitou ao meu lado, colocou a mão entre minhas coxas, e começou a acariciar o sexo pulsante sobre a lingerie, afastou a calcinha e colocou um dedo, massageou lentamente, para em seguida introduzir dois, e não contive um gemido, e aquele sensação de ser acariciada, lentamente foi causando um ardor em meu corpo, começou a acariciar meu corpo, com as duas mãos, com a boca e língua, e surpreendeu ao mordiscar meu clitóris e gemi, pedindo:
- Vai safado, chupa gostoso.
- Me come toda, safado.
Atendeu, retribuindo minha felação, com um sexo oral que pude sentir minha pele arrepiar, convulsionava sobre a cama, sentindo aquele liquido fluir entre minhas pernas, e a língua insistir em um movimento cada vez mais rápido, indecente e voluptuoso, indo e vindo, subindo e descendo, foi quando deitado sobre a cama pediu:
- Vem, esfrega essa buceta em minha boca.
- Esfrega essa buceta na minha língua, Priscila.
- Vou esfregar safado, quero gozar na sua boca.
Delirei, coloquei a cabeça entre as pernas, e esfregava para frente e para tras, cavalgando aquela língua que deslizava sinuosamente, entrando e saindo, senti a mão deslizar sobre minha barriga, e começou a acariciar e apertar meus seios, friccionava os mamilos intumescidos, e não resistindo e gemendo alto, comecei a remexer mais rápido, e virando sobre o corpo dele, abocanhei o falo em riste, que senti pulsar em minha boca, sentindo a língua acariciar todo sexo e as mãos apertando minha bunda com força, foi quando, sentindo aquela sensação formigante em minha pele, senti um orgasmo que pude sentir a língua sorver lentamente, roçando e lambendo, desfaleci por alguns segundos, imersa na sensação lépida, e ao abrir os olhos, pude apreciar aquela visão dele, esfregando uma mao na outra mao, e começou a massagear meu corpo, com um creme, que foi aquecendo minha pele, causando uma sensação febril, que senti umedecer meu sexo, uma umidade natural, que fez com que sorrindo pedisse;
- Deita de bruços.
Promenade Hotel
Deitei de bruços, e senti o peso do corpo dele, que começou a mordiscar minha nuca, e acariciar meu corpo, beijava e lambia, podia sentir a língua roçar minha pele, até o meio das nadegas, e apertando minha bunda, pediu:
- Abre as pernas, gostosa.
- Quero morder essa bucetinha toda.
Abri as pernas, obedecendo, imaginando aquilo que pretendia, começou uma felaçao lenta, que percorria da bunda ate o clitóris, e mordiscava, foi quando pedi, murmurando:
- Morde meu grelinho.
- Chupa bem gostoso.
Fez pressão com a ponta da língua, esfregando em um movimento sinuoso, gemi e suspirei, sentindo a língua áspera roçar nos grandes lábios, sendo providencialmente atendida, a língua roçou o clitóris, e os dentes pressionava o grelinho, que pude sentir inchar com aquela caricia, e ouvindo meus gemidos, cessou e introduziu dois dedos, iniciando uma sessão de masturbação lenta, cadenciada e ritmada, empinei o corpo e pedi:
- Vem, mete esse cacete em mim.
- Soca esse cacete todo em mim, safado.
Novamente senti o peso do corpo dele, que segurando meus pulsos, roçava aquele membro entre minhas nadegas, causando uma sensação indecente, prazerosa e provocante, e murmurou:
- Vou foder esse bucetinha, minha safada.
- Vou atolar minha pica nessa bucetinha.
- E ouvir você gemer alto com meu cacete entre suas pernas.
Sentia aquele membro entre minhas nadegas, a boca mordiscando meu pescoço, e não resisti e de quatro, pedi:
- Vem, mete esse cacete em mim.
- Mete tudo, mete bem gostoso.
- Quero gozar nesse cacete.
Ficou provocando, mordiscava minha orelha, e acariciava meus seios, comprimindo com as mãos, apertava os mamilos em um toque forte, e dizia;
- Quer gozar gostoso, é?
- Sim, quero gozar para você.
- Gozar bem gostoso nesse cacete.
- Vai, mete logo esse cacete bem fundo.
Empunhando aquele membro, roçou a glande na vulva que pude sentir úmida e latejante, e foi introduzindo, aquela penetração foi diferente, talvez pelo desejo que sentia em querer todo alojado entre minhas pernas, ou porque havia imaginado aquele momento, senti o membro ser comprimido pelos músculos vaginais, e pedi:
- Vai, mete tudo, fode minha bucetinha.
- Isso é maldade, para de me torturar, mete logo.
Senti duas estocadas firmes, e as mãos segurando meus quadris, forçando meu corpo contra a cama, e sob o corpo dele, fiquei empinada, facilitando a penetração, e recomeçou aquele movimento, rápido e forte, sucessivas vezes, causando um ardor em meu corpo, e murmurando em meu ouvido, disse:
- Gosta assim?
- Gosto, mete mais.
- Isso, não para, fode com força.
- Não para, mete com força, safado.
Em cada estocada mais firme, gemia alto, desejando que aquele membro ficasse cada vez maior, completando todo espaço, e rebolando e remexendo, pedi:
- Vai, mete mais, não para, fode com força.
- Isso, agora mete com mais força.
Apertou meus seios, e aproximando a boca de meu ouvido, gemia e arfava, fazendo minha pele arrepiar, e pedi:
- Assim safado, come mais.
- Está gostando de me foder assim, não é?
- Come minha bucetinha.
- Fode bem fundo.
- Fode com força, safado.
Foram longos minutos de uma investida vigorosa, sucessiva e prazerosa, e não resistindo, senti meu corpo formigar e apertando meus seios, gemi alto, sentindo aquele orgasmo, que pareceu descarregar as energias mais intimas de meu corpo, e desfaleci alguns segundos, entorpecida e lepida com aquela sensação que percorreu meu corpo, senti toda transpiração escorrer em meu corpo e deitado ao meu lado, murmurou:
- Porque está olhando assim?
- Nada, por nada.
Acariciei aquele membro, estava úmido, lubrificado com meu orgasmo, e fiquei masturbando, acariciava toda envergadura, e sorrindo disse:
- Vai gozar para mim, agora?
- Ou vou ficar com água na boca?
Aproximei a boca do membro, e iniciei uma felaçao, lenta e ritmada, apertava entre os lábios e sugava, desejando sentir aquele liquido quente e viscoso, queria provar aquele gosto, antes de sentir todo calor jorrando entre minhas pernas, mas puxando para cima dele, começou a sugar meus seios e apertar minha bunda, e pediu:
- Vai cavalga bem gostoso, safada.
Sentei sobre os quadris dele, e fui ajeitando sobre aquele membro, ritmava o movimento, para frente e para cima, para baixo e para trás, por vezes movia com mais rapidez, sentindo o músculo latejar e virando sobre mim, olhando em meus olhos, disse;
- Vou fazer você gozar, minha safada.
- Vou sentir você gozar bem gostoso para mim.
Podia sentir aquele membro latejar, sendo arremetido sucessivamente contra meu corpo, acariciava e apertava meus seios, e ofegava mexendo lentamente, e enlaçando as pernas em torno dos quadris dele, disse:
- Isso, fode mais.
- Esfola minha buceta com esse cacete.
- Goza bem gostoso.
- Quero sentir esse leitinho quente.
Gemeu alto, arremetendo todo corpo contra meu corpo, e senti as golfadas intermitentes, sucessivas, aquele membro latejando e aquele arfar quente e ofegante, cravei as unhas nas costas dele, e pedi:
- Vai safado, fode mais.
- Mete tudo, esfola minha buceta com esse cacete.
Foi um gozo ruidoso, cravando as unhas nas costas dele que gemeu alto, gozando novamente, e ficamos ofegantes durante algum tempo sobre a cama. Após um breve intervalo e uma dose de vinho, acompanhado de beijos e caricias, fui conduzida para a sacada do hotel, e conduzindo lentamente, levantou o roupão, ajeitou aquele membro entre minhas nadegas, e senti ser penetrada, com sucessivas estocadas firmes, acompanhada de uma massagem em meu clitóris, não resisti e gozei sentindo meu corpo estremecer, não apenas pelo gozo, aquele orgasmo que senti escorrer em minhas pernas, mas pela sensação de estar sendo observada a distancia, por alguém, e imaginei meu marido, pensando que estivesse vendo uma transa qualquer, quando naquela noite, estava realizando minha fantasia, meu desejo de ser uma mulher para aquele homem, que agora, com todo membro enterrado em meu anus, dizia;
- Safada, gozou gostoso, não é?
- Sim, gozei muito gostoso.
Voltamos para a cama, e repetimos tudo de novo, e na manhã seguinte, ao acordar e tomar um banho, voltei para o aeroporto, estava voltando para casa, mas havia descoberto a rota do prazer, em uma viagem completamente inesperada em minha vida, mas que não iria deixar de fazer, para sentir tudo que havia sentido, e quer saber, eu iria voltar, com certeza, para poder fazer tudo de novo, do meu jeito.

Ao desembarcar de volta a minha cidade, caminhei pelas ruas, durante semanas, ainda podendo ver aquele olhar, e querendo descobrir uma forma de voltar para onde tudo havia começado, mas que nunca seria terminado, por saber que sempre iria querer mais. E sabia, que para onde quer que fosse, seria prazeroso voltar para aquele quarto de hotel, localizado em algum lugar da terra, mas bem perto do paraíso. 


Joker

4 de julho de 2015

♠ Lascívia Intenção

Porn Gifs

Venha
Quero sentir você em minha boca desfalecer
Proferindo meu nome com prazer
Extenuar em lasciva felação
Em uma intensa satisfação
Quando minha lingua extrair esse néctar
Quando meus lábios umedecidos em delirante deleite
Quero fazer você sentir
Essa minha natural habilidade em movimentos sinuosos
Movivemntos voluptuosos e provocantes
Quando minha lingua em incessante movimento circulante
Fazer seu corpo estremecer
Em um ritmo de meus desejos
Na cadencia de meus lascivos beijos
Movimentos intensos  intercalados por velocidades alternadas
Que você irá sentir
Apenas eu posso fazer
Apenas eu sei como fazer
Para provocar todo esse prazer
Conduzindo você
Elevando seus sentidos ao suplicante prazer
Quando entre gemidos e murmurios
Esse ponto mais sensível de seu corpo tocar com volúpia
Extraindo esse “mel”
Servido no cálice de meus desejos
Esse precioso e saboroso néctar
Que anseio por saciar toda minha sede
Sorvido sofregamente
Saciando toda minha sede de você

Percorrendo vagarosamente
Quero deliciar com essa flor a desabrochar
Percorrendo cada pétala
Com essa flor quero bailar
Um dança sensual
Onde minha lingua deseja ser enroscada
Sob meus lascivos caprichos
Sob minhas lascivas intensões e pretensões
De todo seu prazer provocar
Sendo brindado do esse essencia singular
Que umedece meus lábios
Que impregnada em meu rosto
Que despudoradamente é labuzado em seu ardente “mel”
Quero salivar entre suas pernas
Unificar seu prazer em minha saliva
Em uma intima e cumplice comunhão
De um querer permissivo
De um querer lascivo
Sentido em um intenso prazer

Em minha boca
Quero conduzir ao delirio
Ouvindo meu nome proferir em confissão
Com seu olhar refletido em meu olhar
Saborear aprazivelmente esse gozo sentido
Saborear com malicia até completa exaustão
Comungando de intensa e prazerosa
Comunhão
De nossos corpos
De nossos sentidos
De nossos desjejos e vontades
Comunhão de amor e paixão
Porque eu quero um intenso e indecente gozo
Esse gozo demorado e ansiado
Para mim que é confessado
Para mim que é reservado
Servido no cálice de meus desejos
Quando você em minha boca intensa e prazerosamente gozar


 Joker


Recanto das Letras

2 de julho de 2015

☆ Rota de Colisão




Mais um dia surge no horizonte
A madrugada termina
Uma luz brilha
Iluminando esse olhar
Acordando
Tenho você enroscada em mim
Tenho você aninhada em meus abraços
Tenho você aconchegada em meus abraços
Não quero que fique longe
Não quero manter longe
Diante de tantos carinhos
Diante de tantas caricias
Diante dessa sintonia revelada em seu olhar
Diante dessa sintonia sentida em seu olhar
Que encanta meu coração
Que fascina meu coração
Quero você refletida no intimo de meus olhos
Quero você impressa no intimo de meus olhos
Em sua companhia
Todos seus são meus sorrisos
Todos seus são meus olhares
Todos seus são os beijos em meus lábios
Todos seus são os sonhos de meu coração
Mais uma madrugada termina
Em sua companhia
Aprecio sentir esse calor em seu corpo
Aprecio sentir esse clamor em meu corpo
Aprecio sentir essa simetria entre nós
De pernas entrelaçadas
De mãos entrelaçadas
Dedos unidos em uma aliança
Dedos entrelaçados em uma comunhão
De braços formando um uníssono abraço
Abraço que forma laço
Abraço que não possui embaraço
A madrugada termina
Mais um dia surge no horizonte
Uma luz brilha
Iluminando seu corpo junto de meu corpo
Iluminando seu olhar em meu olhar
Refletindo essa presença de você
Refletida em meu olhar você é sentida
Aprecio esse calor que emana de seu corpo
Aprecio essa fragrância que comungamos e partilhamos
Aroma distinto
Quando seu cheiro conjuga em meu cheiro
Quando meu cheiro conjuga em seu cheiro
Uníssono cheiro
Impregnados além da pele
Impregnados na essência
Entorpecente dos sentidos
Enebriante de todos os sentidos

A madrugada termina
Um novo dia surge no horizonte
Ainda quieta
Envolta em meus braços
Aninhada entre meus abraços
Ainda quieta
Eu posso saber
Eu posso sentir
Ainda assustada por meu sentir
Ainda assustada por meu pensar
Ainda assustada por saber
Que permeia meus pensamentos
Que sempre esta presente em meus pensamentos
Que provoca e inspira sentimentos
Que inspira emoções e sensações
Que seduz e encanta meu coração
Que fascina e emociona meu coração
Enroscada em mim
Sinto seu coração
Quando pode sentir meu coração junto de seu coração
Não há dúvida
Nossas escolhas uniram nossas vidas
Eu e você colidimos
Eu encontrei você
Quando você procurava por mim
Você foi encontrada
Quando procurava por você
Finalmente fomos encontrados um pelo outro
Olhar que encontram em sintonia
Bocas e lábios que professa a língua do beijo
Línguas que comungam de um uníssono desejo
Corpos unidos em sintonia
Corpos em comunhão
Que murmuram confidencias de amantes
Que murmuram confidencias enamoradas
De sentimentos e emoções
Desejos e vontades
Todas intenções e pretensões
Mãos que unidas e entrelaçadas
Mãos que professa carinhos e caricias
Mãos que acariciam e provocam
Mãos que apertam e afagam
Cheiros e aromas que selam essa entrega
Amor e bem querer
Paixão
Tesão e prazer
Eu e você
Em rota de colisão
Muito mais nós dois


 Joker ² Belo Horizonte